Palavra Pastoral

NOVAS CRIATURAS
“Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão nem a incircuncisão têm virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura” (Gl 6.15)
Quando o apóstolo Paulo começou seu ministério com os gentios (não judeus), presenciou milagres e um grande número de conversões. Pessoas outrora presas ao politeísmo, a idolatria, a uma vida devassa, agora se quebrantavam diante da mensagem do Evangelho e se rendiam ao Senhor Jesus, através da pregação do apóstolo. Assim também , aconteceu na cidade grega Galácia. Muitos novos discípulos de Jesus nasceram entre os gálatas.
Na contramão de todo esse crescimento para o Reino de Deus, estavam alguns cristão judeus, que desejavam tornar o cristianismo uma religião judaica. Insatisfeitos com o crescente número de judeus entre os membros da igreja, exigiam que todos esses novos cristãos passassem pela cerimônia da circuncisão. Ora, a circuncisão era uma ordenança necessária (como ainda o é), para que um homem fosse de fato um judeu. O problema estava em tornar imposto ao cristianismo algo que era peculiar do judaísmo ou mesmo do povo judeu.
Paulo, então aponta para algo que está superior aos cerimoniais judaicos. Ele apontava para a necessidade de sermos novas criaturas.
Ainda hoje é assim. As pessoas buscam estereótipos (ou seja, tipos , modelos exteriores) para caracterizarem o verdadeiro cristão. Buscam paradigmas (modelos pré estabelecidos) para os cultos. Na verdade, o que o Senhor procura e o que as pessoas à nossa volta esperam ver, é uma comunidade de cristãos que demonstram, pelas suas atitudes, que são novas criaturas.
A questão principal em toda essa discussão é: só nos tornaremos novas criaturas, se nascermos de novo. Só nasceremos de novo, se formos para a cruz. Se passarmos pela cruz, conheceremos a ressurreição e alcançaremos a coroa de glória.
PENSE NISSO!
Em Cristo,
Syl Farney
Confira outras palavras
A capacidade de gerar em meio às crises
A CAPACIDADE DE GERAR EM MEIO ÀS CRISES
"Peço-te por meu filho Onésimo, que gerei nas minhas prisões" (Filemon v. 10)
A epístola de Paulo a Filemon é um dos mais belos momentos de solidariedade do Novo Testamento. Onésimo, um escravo fujão, que aparentemente havia defraudado seu senhor, Filemon, encontra-se com Paulo em Roma. Influenciado pela mensagem do apóstolo, Onésimo se converte e passa a cuidar de Paulo, que depois o envia de volta a seu senhor. Ao enviar o escravo fujão de volta para seu senhor, Paulo intercede por ele.
É, sem dúvida alguma, uma bela história de consciência Cristã. Mas, o que me chamou atenção no versículo que escolhi como tema para esta pastoral, foi o fato de Onésimo Ter sido gerado na fé por Paulo, enquanto o apóstolo estava preso.
A prisão sempre, em qualquer época da história, em qualquer lugar desse mundo, é algo terrível. Tomar do ser humano esse bem inestimável, a liberdade, é extremamente duro. No caso de Paulo, havia um atenuante. Paulo era um homem livre. Antes de converter-se ao evangelho, percorreu muitas cidades à caça dos cristãos. Após a conversão, é comissionado pelo Senhor para ser apóstolo dos gentios (não judeus), e então passa a viajar por várias cidades mundo afora pregando o evangelho do Reino aos mais diferentes povos. Conviveu com muitos irmãos, conheceu muitas culturas, plantou muitas igrejas. Todavia, o final da vida de Paulo reservou-lhe uma dura provação. Ele passou cerca de dois anos em uma prisão domiciliar, em Roma, antes de morrer decapitado. Graças a Deus, as prisões não poderem prender Paulo. A maioria das suas cartas foi escrita enquanto estava preso.
A prisão, certamente, gerou uma crise para a alma de Paulo, por ser ele um homem livre e amar a liberdade. Porém, essa crise não fez de Paulo um estéril espiritual. Nas suas prisões, ele gerou Onésimo. O escravo fujão, torna-se em um escravo livre que se oferece a servidão por amor.
Amado irmão, amada irmã, não permita que as crises, as prisões da vida te encarcerem e te tornem infrutífero. Permita-se gerar mesmo em meios às crises. Você pode. Você é capaz.
Graça e Paz.
Em Cristo, teus pastores:
Syl Farney e Patrícia.
Fechar
Exalando o cheiro do conhecimento de Deus
EXALANDO O CHEIRO DO CONHECIMENTO DE DEUS
“Graças, porém, a Deus que em Cristo sempre nos conduz em triunfo, e por meio de nós difunde em todo lugar o cheiro do seu conhecimento.” (II Coríntios 2.14)
O ser humano percebe o mundo à sua volta através dos seus órgãos sensoriais. Dentre esses órgãos sensoriais, temos o sentido olfativo, ou seja, podemos sentir cheiro.
O olfato é um sentido muito interessante, pois muitas vezes certos aromas nos remetem a lembranças boas ou ruins. Sentir o mundo através dos cheiros é um dom maravilhoso de Deus. Basta um resfriado mais forte, para perdermos um pouco do olfato e percebermos o quanto esse sentido nos faz falta. Como seria sem graça um mundo sem cheiros.
O texto bíblico acima aponta para uma realidade mais profunda do cheiro. O cheiro do conhecimento de Deus. O apóstolo Paulo, escrevendo aos cristãos em Corinto, fala sobre a necessidade de que sejamos um canal por onde será exalado esse cheiro de Cristo. Corinto era uma importante cidade grega. Cidade de comércio e destaque no mundo daquela época. A cultura grega, carregada de filosofia e pecaminosidade, precisava ser impactada por algo muito mais forte que lhe atraísse para Deus, esse algo mais forte seria o cheiro do conhecimento de Deus, manifestado, ou melhor, exalado pela igreja.
É importante observar alguns termos apontados pelo apóstolo:
“Por meio de nós” – você pensou bem na seriedade dessa afirmação? Não será por meio dos anjos; não será por meio dos milagres; não será por meio dos templos; será por meio de nós, que Deus difundirá o cheiro do seu conhecimento.
“Em todo lugar” – não apenas no templo, mas em todo lugar. Na escola, na nossa vizinhança, em casa, no trabalho, na fila do banco, no ônibus, no trânsito.
Que em Mesquita, também sejamos um instrumento para exalar o cheiro do conhecimento de um Deus vivo.
Graça e Paz.
Em Cristo, teus pastores,
Syl farney e Patrícia.
Fechar
Andai no espirito
ANDAI NO ESPÍRITO
“Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis a concupiscência da carne.” (Gálatas 5.16)
Essa luta constante contra os desejos da carne, parece uma luta onde todo crente está fadado ao fracasso, tendo em vista tudo à nossa volta apontar para o pecado, que de tão perto nos rodeia.
O apóstolo Paulo nos apresenta uma receita infalível para não sermos vencidos pelas paixões carnais: devemos andar no Espírito.
Se ficarmos presos a tudo o que mundo nos oferece, jamais conseguiremos andar no Espírito e vencermos as paixões carnais. É necessário que urgentemente tomemos algumas atitudes para mudarmos nossos hábitos.
Andar no Espírito não significa algo impossível ou inatingível. Andar no Espírito não é privilégio para uns poucos super-heróis espirituais. Para andar no Espírito eu preciso saber o que me aproxima do Espírito ou o que agrada o agrada.
Não há fórmula mágica. O Senhor está mais uma vez nos chamando a uma vida de oração e jejum. É tempo de quebrantamento!
Quando começarmos a andar no Espírito não deixaremos de ser tentados, mas o Senhos nos capacitará a enfrentarmos as tentações, atraídos pela doce presença da sua glória.
Pense nisso e tome uma atitude urgente sobre esse assunto.
Graça e Paz.
Em Cristo, teus pastores:
Syl Farney e Patrícia
Fechar
Com quem você tem acordo?
COM QUEM VOCÊ TEM ACORDO?
“Andarão dois juntos se não estiverem de acordo”
(AMÓS 3.3)
A Mídia comentou exaustivamente o acordo feito entre Brasil, Iran e Turquia, na questão das pesquisas nucleares feitas pelo governo iraniano.
Não quero aqui nesse curto espaço entrar no mérito da questão, em si. Já há entendidos demais em assuntos de política internacional comentando esse tema.
Quero apenas ressaltar o quanto esse acordo está “dando pano prá manga”.
Surgem opiniões de todos os lados, mas o certo é que esse acordo é pelo menos polêmico, para não corrermos o risco de sermos temerários com outros adjetivos.
O que quero ressaltar aqui levar você, leitor, a pensar seriamente sobre os acordos que fez ou fará e, principalmente, com quem você tem acordo.
O texto bíblico citado acima fala da relação de Deus com seu povo, Israel. Ele utiliza um termo que reporta para a relação conjugal: andar de acordo.
O Senhor fala aqui que é impossível andar junto com Israel, pois não concorda com sua iniqüidade, nem Israel concorda com a santidade de Deus.
É importante observarmos o que nos liga a alguém ou a alguma coisa para um acordo. O que nos move, nos motiva a um acordo.
Por exemplo, quando Eva foi seduzida pela serpente e depois seduziu Adão, todos foram atraídos pela desobediência e rebeldia. Deus buscou novamente atrair o homem, mas o homem rejeitou esse acordo.
ACORDO PELA MÁGOA
(Jo 12.1-11;Mt 26.14,15;Lc 22.1-6)
Os Fariseus e Publicanos várias vezes foram confrontados por Jesus (Mt 23), eles eram pessoas amargas.
No episódio da unção de Maria de Betânia em Jesus, Judas também foi confrontado, ele também era uma pessoa amarga.
Pessoas que alimentam amarguras, como Judas e os Fariseus, mantém as dores escondidas, não trazem para a luz (1 Jo 1.7; Sl 32.3;39.2,3;Tg 5.16) .
Fechar
Evagelho Integral
 "EVANGELHO INTEGRAL
“Ide e Fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo” (Mateus 28.19)
A Grande Comissão nos envia com uma missão específica: Fazer discípulos.
A Igreja Moderna muitas vezes fica deslumbrada com templos superlotados. Não que uma igreja cheia seja algo depreciativo, pelo contrário, todo corpo vivo deve realmente crescer. A questão é saber se estamos enchendo nossos templos com discípulos ou com meros expectadores ou até consumidores.
O Evangelho Integral envolve fazer discípulos. O discipulado prioriza o caráter em detrimento dos talentos. Discipulado significa trabalho árduo e constante, mas é a única forma de se implantar a visão do Reino de Deus. E implantar o reino de Deus na Terra é parte fundamental da Missão da Igreja.
“Tudo o que é enfatizado no Novo Testamento deveria ser enfatizado na igreja de hoje. Tudo o que era periférico não deveria se tornar central hoje”. (Brennan Manning)
Já está na hora de retomarmos nosso papel de transformação nosso país. Não adianta conquistarmos o Brasil, se não transformarmos a sua realidade. E, sem qualquer sombra de dúvida, para que transformemos um país precisamos viver o Evangelho Integral, sem mistura, sem negociarmos os princípios inegociáveis.
Há muita coisa boa em nossa cultura: a alegria, a música, a culinária, a miscigenação, só para exemplificar. Eu creio que esses traços culturais farão parte da “cultura” do Novo Céu e da Nova Terra.
Em contrapartida há muita coisa ruim em nossa cultura: injustiça social, sistema jurídico retrógrado, aborto, prostituição infantil, pedofilia, sensualidade exacerbada, corrupção política, só para exemplificar. Com certeza esses traços culturais não fazem parte da “cultura” do Reino de Deus.
“Vocês são o sal da terra. Vocês são a luz do mundo”
(Jesus Cristo em Mt. 5.13,14)
Já está na hora da Igreja (que somos nós) salgar e iluminar esse país.
Graça e Paz.
Em Cristo,
Teu irmão, Syl Farney .
Fechar
 |
 |
 |
 |
 |
| Fotos |
Pedidos |
Agenda |
News |
Contatos |
|